Energia negra

Setembro 18, 2008 às 7:17 pm | Publicado em Astronomia | 1 Comentário

Em Maio deste ano decorreu no Instituto do Telescópio Espacial um simpósio sobre os 10 anos da descoberta da energia negra. Muita gente falou neste encontro e vale a pena percorrer as apresentações para se ter uma ideia do estado actual do conhecimento sobre esta questão.

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  1. NOVA EXPLICAÇÃO PARA O EFEITO FOTO ELÉTRICO

    Acreditava-se que neste processo o fóton transferia toda a sua energia para um elétron localizado em uma das camadas atômicas, principalmente a K e L, e que as radiações eram emitidas pelas mudanças de níveis dos elétrons, que se reorganizavam para ocupar o loco do fotoelétron, mas o que realmente ocorre é que o raio interage com um elétron, e este elétron recebe parte da energia cinética do raio, que depende da velocidade do raio, pois, quanto mais veloz o raio, maior energia cinética o elétron irá receber deste raio, este raio permanece com a mesma quantidade de energia magnética elementa,r mas transfere para o fotoelétron energia cinética diminuindo a sua, porém, como é muito próximo ao núcleo, tal energia atinge o núcleo e sofre o processo de reflexão da radiação gama, X e ultra violeta, como explanado na esquematização desta reflexão. Assim a radiação é refletida, independentemente do preenchimento de elétrons de outros níveis de energia. Neste processo de reflexão destas energias, a radiação que atinge o núcleo é refletida com a mesma energia cinética, mas ocorre também, neste mesmo processo a liberação de uma radiação que tem energia cinética característica do núcleo que a emite, pois, a energia cinética deste raio depende da força de união (força forte) entre elétrons e posítrons deste núcleo específico, que é determinada pela relação ente a força forte e a massa nuclear, pois, quanto maior a massa atômica menor a força de união (força forte) e menor o impulso que esta energia magnética elementar vai receber, determinante de sua velocidade.

    NOVA EXPLICAÇÃO PARA O EFEITO COMPTOM

    No efeito Compton, o raio incidente não perde energia e sim velocidade. Ele não é espalhado por um elétron das últimas camadas, ocorre o mesmo que ocorre com o elétron do efeito foto elétrico próximo ao núcleo. O raio interage com o elétron, há formação de um outro par energia positiva e energia negativa e um novo par energia negativa – energia negativa (que é o elétron) que é arremessado com energia cinética, e esta energia cinética depende da velocidade do raio e não da sua energia, dada pela nova ligação e desviando o raio com mesma energia e velocidade um pouco menor.

    NOVA EXPLICAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE PARES

    Acreditava-se que a produção de pares de elétrons e posítrons ocorria somente quando fótons de 1,022 MeV passavam próximos a núcleos de elevados número atômico e que neste caso a radiação interagia com o núcleo e desaparecia dando origem a um par de 01 elétron e 01 posítron.

    Explicação Anterior

    Nova explicação para a formação de um elétron e um posítron a partir de Radiação Gama:

    O que ocorre é que a radiação de alta velocidade atinge o núcleo atômico e seu processo de reflexão ocorre de uma maneira peculiar, pois devido a alta velocidade da radiação e a baixa força de união (força forte) entre os posítrons e elétrons deste núcleo massivo, então ao invés de somente ocorrer interação e reflexão da radiação, ocorre uma interação, em que o elétron e o posítron formados, nesta interação são destacados do núcleo atômico.

    Este processo ocorre principalmente com a radiação gama, que tem a velocidade capaz de produzir o destacamento do elétron e posítron formados.

    Será explanado na esquematização da formação de pares da radiação gama ao interagir com núcleo com massa elevada. Então, a radiação não interagiria com o núcleo e desapareceria, e sim a energia do raio, mais a energia do elétron e do posítron do núcleo, são formadoras deste elétron e posítron.

    Este posítron após diminuir sua velocidade choca-se com outro elétron e transforma-se novamente em uma radiação gama com energia cinética de 0,511 MeV., ocorrendo a liberação de um neutrino do muón (com energia cinética de 0,255 Mev) e um antineutrino do Muón( com energia cinética de 0,255 MeV).

    Também, na formação de pares, será emitida radiação característica do núcleo, atingido por esta radiação conforme a esquematização.

    PROPAGAÇÃO DA LUZ – SUBSTITUIÇÃO DO CONCEITO DE FÓTON

    Temos que considerar que a luz, é uma energia de origem nuclear, que pelo processo de encontro do Positivo magnético elementar (posítron) com o Negativo magnético elementar (elétron), ocorre a liberação das partículas responsáveis pelo campo de massa, o Neutrino e o Antineutrino, carregados com parte desta energia , e que esta energia saia do núcleo á sua velocidade (chamada velocidade da luz – que é a velocidade da radiação gama), velocidade esta, dada pela natureza de encontro desta energias magnéticas elementares, cuja força, para um núcleo como o Hidrogênio, arremessa esta energia à velocidade de aproximadamente 300.000 Km/s – Energia Cinética. Neste sentido, temos que considerar a Energia em si (energia magnética negativa com energia magnética positiva – metade da energia do elétron + metade da energia do posítron em união)e a energia cinética (da velocidade) que esta Energia magnética fundamental apresenta, sendo que, o que é transmitido aos elétrons, nas interações durante o processo de propagação, é a energia cinética (da velocidade) e não da energia magnética elementar que está a esta velocidade.

    Pelo exposto, á medida que se propaga, esta energia elementar transfere energia cinética aos elétrons, diminuindo a sua energia cinética, mas não a sua própria energia magnética elementar. Com reiteradas interações, a velocidade da radiação vai ficando cada vez menor, transmitindo cada vez menos energia cinética aos elétrons no seu percurso, até não ter energia cinética suficiente para destacar um elétron de seu orbital, como acontece na propagação da luz visível.

    Nesta propagação, esta energia transfere pouca energia cinética aos elétrons, que, mesmo recebendo esta energia, não saem dos seus orbitais, ocorrendo uma propagação sem destacamento de elétrons, apenas energizando com energia cinética tais elétrons, que a transfere a seu movimento ou de rotação ao redor do núcleo ou ao seu giro próprio, que é o processo que ocorre na propagação da luz visível.

    Então, fóton é a radiação (metade posítron – metade elétron), que tem velocidade cinética dada pela força de união (União forte), que é dependente da massa nuclear, que vai desde a velocidade da radiação gama( em núcleos com baixa massa), até perder sua velocidade cinética aos poucos, se transformando em outras energias de menor velocidade no espectro de radiações eletromagnéticas, chegando a perder totalmente sua energia cinética se transformando em energia escura.

    EXPLANAÇÃO DO PROCESSO DE PROPAGAÇÃO DAS RADIAÇÕES

    Propagação da Radiação gama, Radiação “X” e Radiação ultra violeta

    A Propagação da radiação gama, radiação “X” e radiação ultravioleta, devido a alta velocidade que a energia apresenta, elas interagem com o elétron, e devido a transferência de muita energia cinética, provocam o deslocamento deste elétron, desviando a radiação que diminui a sua velocidade cinética.

    Nesta propagação de interações, com uma quantidade grande de elétrons no seu percurso, a energia que se propaga, se mantém, mas a velocidade inicial vai diminuindo á cada nova interação, pois, a radiação transfere parte da sua energia cinética ao elétron na propagação.

    A propagação desta radiação, á medida que o raio vai diminuindo de velocidade, vai se transformando em outras energias dentro do espectro de radiação eletromagnética, passando então, de radiação gama para radiação X, esta para ultravioleta, esta para o espectro da luz visível ( do violeta até o vermelho), deste para o infra vermelho, deste para micro ondas, ondas de radio/ televisão.

    Este processo é observado quando ocorre a irradiação de metais com radiação eletromagnética, onde se forma uma corrente de elétrons, quando a freqüência desta radiação consegue superar a barreira de remoção dos elétrons. O que foi observado, é que com o aumento da freqüência da radiação, ocorria um aumento da velocidade dos elétrons que saltavam do metal. O que acontece, é que com o aumento da velocidade da radiação e a transferência de energia cinética aos elétrons pela interação com a radiação, quanto maior esta velocidade de interação, maior a transferência de energia cinética ao elétron.

    Propagação da Radiação Visível (Luz)

    A propagação da luz visível apresenta uma interação com o elétron ocorrendo troca da energia elementar entre a radiação e o elétron de modo que a parte de energia do elétron seja substituído a cada interação pela parte do elétron que recebe o choque. Outro ponto importante é que sendo a velocidade tal que não destaca o elétron do seu orbital, apenas recebendo alguma energia cinética que não consegue destacá-lo, fazendo que o elétron não se mova e propague a luz em um movimento retilíneo. Por causa deste tipo de propagação, que o olho humano consegue perceber as radiações do violeta ao vermelho.

    Propagação das Radiações Infra Vermelhas

    Depois de várias interações com o elétron orbital a energia elementar vai diminuindo de velocidade até chegar a luz infra-vermelha, que tem uma velocidade baixa e na interação com os elétrons durante a sua propagação ocorre a interação da radiação com o elétron, só que agora, é o raio resultante desta interação que é desviada, tendo uma propagação para várias direções, o que torna este raios imperceptíveis para o olho Humano. A trajetória das radiações infravermelha, micro ondas, ondas de televisão e de rádio, não obedecem um padrão, e faz com que elas se propaguem em todas as direções e também por este aspecto de não se propagarem em ondas retilíneas o olho Humano não as percebe.

    Outra observação é que, quando bem lentas como nas ondas de rádio elas possuem dificuldade de passarem pela ionosfera, pela quantidade de elétrons que as ondas se chocam fazendo com que elas não interajam com os elétrons e somente se chocando entre a ionosfera e a terra repetidas vezes até perderem toda a velocidade.

    Assim temos 03 modos de Propagação da radiação, dependendo da sua velocidade.

    1 – Para a radiação de velocidades maiores que são a radiação gama, a radiação “X” e a radiação Ultra Violeta, na interação da radiação com o elétron, este recebe uma transferência alta de energia cinética, fazendo com que o elétron resultante salte do seu orbital e a radiação mude a direção de propagação. Tendo uma propagação de alta velocidade e com radiação em várias direções, com o raio diminuindo a velocidade por estas interações, transmitindo energia cinética aos elétrons.

    2- Para radiação de velocidades da luz violeta á luz vermelha, o elétron recebe o impacto, com transferência de alguma energia cinética, que não destaca este elétron do seu orbital

    mas ocorre uma troca de energias elementares entre o elétron e a radiação, fazendo que a propagação torne um movimento retilíneo com perda de velocidade até à luz vermelha, que é a última radiação do espectro eletromagnético que consegue produzir esta interação da radiação com os elétrons, sem mudar a direção da radiação.

    3- Para radiação de velocidades da luz infravermelha, micro ondas, ondas de TV, ondas de rádio, o raio ao interagir com o elétron, não consegue movê-lo e também não tem força suficiente para desviar o elétron e parte da energia cinética do raio é transferida ao elétron, sem tirá-lo do seu loco. Produzindo assim raios para todos os lados e por tal motivo, também não são percebidos pelo olho humano.
    ANÁLISE PELO MODELO PROPOSTO DA REFLEXÃO DA LUZ

    A cor da luz depende da velocidade do raio refletido e esta cor, não depende da velocidade do raio incidente, e sim da velocidade do raio refletido, que depende das características do núcleo atômico predominante na substância ou matéria que reflete esta luz. Quando um corpo recebe um raio de luz visível este raio interage com parte do elétron e parte do posítron e esse núcleo substitui a energia deste raio, com um raio formado por energia do núcleo (parte do elétron e parte do posítron) com energia cinética característica do próprio corpo emissor desta energia.
    Quando um raio de luz visível com velocidade (energia cinética) maior que a velocidade (energia cinética) de emissão de um corpo, atinge tal corpo ( núcleos ), este corpo emite um raio de luz visível com energia cinética determinada por características intrínsecas deste corpo e a diferença da energia cinética do raio que chega, com o raio que sai é transmitida ao núcleo (ao corpo), sendo transformada de energia cinética em energia térmica.

    Quando um corpo ou núcleo apresenta emissão de raios de velocidade inferior à velocidade do vermelho, todos os raios que chegarem ao núcleo (corpo) do espectro de luz visível, serão emitidos com a velocidade da luz infra vermelha, não sendo vista pelo olho humano, sendo um corpo preto (ausência de cor). Como a luz refletida possui uma velocidade menor que a velocidade da luz vermelha, terá uma diferença positiva, da energia cinética incidente para a energia cinética refletida, que será transformada em energia térmica aquecendo o Núcleo (corpo). Outro fator, é que, o processo de reflexão, depende do raio incidente. A velocidade da luz refletida é que não depende do raio incidente.

    REFLEXÃO DA RADIAÇÃO GAMA, RADIAÇÃO X, RADIAÇÃO ULTRA VIOLETA

    Quando a radiação possui muita velocidade, como a radiação gama e é emitida em núcleos de elevada massa, onde a força forte é menor devido a maior massa atômica, no processo de reflexão da radiação, ocorre a formação de um elétron e um posítron , pois no processo de interação da radiação com o elétron e posítron nuclear , ocorre o deslocamento conforme esquematizado.

    ABSORÇÃO DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

    A radiação eletromagnética não é absorvida. A sua energia cinética é que vai diminuindo com as progressivas interações desta Energia com elétrons.

    No processo de Reflexão da luz, também esta radiação não é absorvida, pois a cada interação com o núcleo atômico, esta Energia eletromagnética continua.

    Acreditava-se que a luz branca ao incidir em um corpo, este corpo, refletiria uma cor de luz e as demais cores do espectro de luz visível, seriam absorvidas pelo corpo, transformando estas energias absorvidas, em energia térmica.

    Mas o que acontece é que todas as radiações do espectro de luz visível são refletidas, não ocorrendo nenhuma absorção destas radiações.

    Ocorre, que quem determina a cor do corpo iluminado são as características dos núcleos deste corpo, então, a cor não é determinada pela luz incidente e sim pela luz emitida, conforme explicitado no processo de reflexão da luz.

    Quanto ao processo de aquecimento do corpo, é apenas a transformação de energia cinética, que o núcleo recebe a mais, quando o raio incidente tem maior velocidade que o raio refletido que é transformada em energia térmica. A variação de energia térmica do núcleo é a diferença entre a energia cinética de radiações de maior velocidade refletidas com menor velocidade menos a energia cinética de radiações de menor velocidade refletidas com maior velocidade por este núcleo.

    CONSIDERAÇÕES SOBRE A LUZ ANALISANDO AS CORES

    Quem determina a cor de um corpo é a velocidade da luz refletida pelo corpo após a radiação incidente ter se interado com elétrons e posítrons dos núcleos externos deste corpo.

    A determinação da cor é a capacidade, que cada núcleo possui, para refletir a luz incidente, Desta afirmativa conclui-se que:

    1. O corpo não reflete uma cor de luz do espectro visível e absorve as outras cores, porque as radiações são refletidas com a energia cinética determinada pelos núcleos formadores deste corpo.

    2. Como as radiações são refletidas, então não ocorre o processo de absorção da luz.

    3. O aquecimento que ocorre nos corpos não é causado pela absorção da luz e sim pelas diferenças de energia cinética entre a radiação incidente e a radiação emitida, quando a radiação incidente possui uma energia cinética maior que a energia cinética de emissão, característica de cada núcleo, esta diferença positiva de energia cinética se transforma em calor pela vibração dos núcleos deste corpo.

    4. Quando a radiação incidente possui uma energia cinética menor que a radiação emitida esta diferença negativa faz com que o núcleo perca energia cinética, em forma de energia térmica , que é compensado pelos ganhos de energia.

    5. O preto é ausência de cor, mas não é ausência de reflexão de onda eletromagnética, apenas reflete radiações abaixo do vermelho, e radiações infravermelhas não são vistas pelo olho humano, pois não se propagam em movimento retilíneo.

    6. Quanto maior a massa nuclear menor a velocidade de reflexão da luz, pois com já dito, um dos fatores que faz com que o núcleo fique estável é a quantidade de massa nuclear, pois a força forte de união entre os elétrons e posítrons vão diminuindo em relação ao aumento de massa nuclear, devido aos novos vetores de união entre posítrons e elétrons para união de novos Prótons e Nêutrons acrescidos no núcleo.

    7. O branco não é a união de todas as cores, e sim uma radiação com velocidade cinética própria, porque se fosse a união de todas as cores e como quem determina a cor é a característica do núcleo refletir uma radiação, com uma velocidade própria, para cada elemento químico, devido a sua massa nuclear, para ocorrer um corpo de cor branca, teria que existir neste corpo núcleos que emitissem todas as cores. Isto é até possível, mas como um elemento químico com um só tipo de núcleo poderia refletir a radiação incidente em todas as velocidades se possui somente um tipo de núcleo com mesma massa nuclear. Existem substâncias simples de coloração branca.

    8. Não é necessário que existam todas cores no ambiente para se ter esta vasta quantidades de cores, pois isto não é característica da luz incidente e sim da reflexão da luz, que é dada por características intrínsecas dos núcleos dos átomos que refletem esta luz.

    9. A questão da decomposição da luz em prismas, como é característica de núcleos a cor do corpo, então ao invés da decomposição das cores nestes prismas pode estar ocorrendo reflexão da luz, por núcleo diferentes e assim, o que parece ser a decomposição, não passe de reflexão, em diferentes velocidades dentro destes prismas.

    CONSEQÜÊNCIA DA PERDA DE VELOCIDADE DA RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA

    Energia Escura

    A radiação eletromagnética pelo que foi explanado, não perde a sua energia intrínseca magnética, e sim vai perdendo velocidade (energia cinética), à medida que esta energia se propaga. Esta velocidade inicial que é a velocidade da radiação gama é dada pelas características da Energia magnética negativa Elementar e a da Energia magnética positiva Elementar e a massa nuclear, que ao se encontrarem em movimento impulsionam-se, pela força magnética forte, à velocidade da luz (ou melhor, à sua própria velocidade) e destacando-se do neutrino e do antineutrino que são os responsáveis por dar o campo de massa aos elétrons e posítron, tornando-se uma energia magneticamente neutra, pulsátil, apresentando campo magnético, pela sua constituição e campo elétrico pela velocidade cinética deste imã atômico, em movimento ondulatório elíptico.

    Esta Radiação vai perdendo velocidade (energia cinética), pelas sucessivas interações com elétrons, até esta energia magnética elementar, perder toda velocidade (energia cinética).Esta energia magnética, sem velocidade é a energia escura que preenche todo o universo.

    Esta Energia Escura está aumentando e com isto expandindo o Universo. Está aumentando com o passar do tempo, pois ela é produto final de todo o processo de nascimento, crescimento e morte Estrelar. É o produto de toda ordem de radiações eletromagnéticas.

    Esta energia escura que é formadora do Espaço. Como ela está aumentando então o espaço também está aumentando (expansão espacial). Ela é o próprio espaço.

    Esta Energia exerce força mantendo as galáxias sem se espalharem no vácuo, pois ela permeia todo o universo, permeia a eletrosfera, somente não permeia os núcleos atômicos, pois os mesmos já são constituídos desta energia escura magnética, porém como matéria (por atuação dos neutrinos e antineutrinos).

    Pela sua característica, como é o espaço, ela atua em todas direções, aumentando o universo e sustentando os astros e sendo o meio de propagação das Radiações eletromagnéticas.

    LUIZ CARLOS DE ALMEIDA ‘ luiz1611@hotmail.com


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