Para passar o ano

Dezembro 31, 2007 às 3:40 am | Publicado em Dia-a-dia | Deixe um comentário

Um dia talvez passe o ano neste hotel em pleno deserto do Sahara. A ver o céu.

LCD Soundsystem

Dezembro 31, 2007 às 1:53 am | Publicado em Música | Deixe um comentário

Uma boa música para terminar o ano. Bom 2008.

Revistas on-line

Dezembro 30, 2007 às 2:18 am | Publicado em Revistas | Deixe um comentário

Já se pode comprar a Ciel et Espace em PDF, por menos 1 euro que na versão papel. O mesmo em relação à Espace Magazine. Prefiro em papel, mas não deixa de ser um opção interessante.

O fim do turismo orbital

Dezembro 29, 2007 às 3:01 pm | Publicado em Espaço | Deixe um comentário

O que Anatoly Perminov disse recentemente a propósito do turismo espacial em órbita terrestre já era de esperar. A partir de 2009, a ISS vai ter 6 astronautas a bordo e as velhas naves Soyuz vão deixar de ter lugares para levar turistas para a ISS. Portanto, acabou-se o turismo orbital. Ficará o campo aberto para o turismo suborbital e para empresas como a Virgin Galactic. E esse tenderá a crescer e a ser cada vez mais barato.

Curso

Dezembro 28, 2007 às 4:14 pm | Publicado em cursos | Deixe um comentário

Um curso que decorreu este Verão na Universidade de George Mason. Afigura-se interessante. Já agora não deixem de ver uma apresentação de Heather Weir sobre a missão Messenger a Mercúrio.

Mercúrio

Dezembro 27, 2007 às 2:10 am | Publicado em Planetas | Deixe um comentário

Já não falta muito para a Messenger chegar a Mercúrio. Já não falta muito para o 1º encontro. Na noite de 14 para 15 Janeiro, a sonda mandará para a Terra as primeiras fotos do hemisfério desconhecido do planeta. Há anos que espero por estas imagens. Ver o inexplorado. O que nunca ninguém viu até hoje. O que esconde o planeta? Como será? Crateras e mais crateras é o que espero. Mas não haverá mais nada? Que relevo existe no lado desconhecido? Que processos operaram? Será que teremos surpresas, ou nem por isso? Coisas que saberemos em breve. Mercúrio ainda é um desconhecido. Ainda nos intriga. Um bocado de rocha esburacado com campo magnético. Ainda é um planeta estranho. Ainda tem coisas para contar. E é por isso que vamos lá. Para o ver mais de perto.

A ver

Dezembro 26, 2007 às 2:31 am | Publicado em Revistas | Deixe um comentário

O último número da Ciel et Espace que traz na capa esse projecto mirabolante de mandar astronautas expolorar um asteróide a milhões de quilómetros da Terra. Não digo que isso não seja possível um dia num futuro distante, mas nada para os próximos 50 anos.

Apollo 8

Dezembro 24, 2007 às 5:33 pm | Publicado em Espaço | 1 Comentário

Neste dia, em 1968, a Apollo 8, a primeira missão tripulada à Lua, entrava em órbita lunar. Acredito que já ninguém se lembra desse Natal distante. Dessa viagem arriscada que Frank Borman, James Lovell e William Anders fizeram para desbravar o caminho da Lua. Durante as dez órbitas em torno do nosso satélite registaram imagens de televisão e fotografias espectaculares da Terra e da Lua. Para além de serem os primeiros humanos a ver a Terra na sua totalidade, Borman, Lovell e Anders foram também os primeiros a ver o lado oculto da Lua. Na manhã de Natal, a Apollo 8 deixou a sua órbita lunar e voltou à Terra.

Os três ainda são vivos e calculo que hoje seja sempre uma noite especial para eles. Devem olhar lá para cima e pensar que já lá estiveram perto. Que já andaram à volta daquela bola branca no céu. Mas naquele dia viram a Terra assim. Uma pequena bola azul cortada como um queijo. Que sentido tem o Natal a esta distância? Que significa o nascimento de um messias visto da Lua? Que importância tem na ordem cósmica? O que trouxe de novo a este velho planeta? Mas pronto é Natal e a Lua vai estar bonita hoje. E fica a lembrança daqueles três homens que há 4 décadas orbitavam a nossa companheira nocturna dentro de uma pequena lata.

A ver

Dezembro 24, 2007 às 3:06 am | Publicado em Astronomia, Telescópios | Deixe um comentário

Um calculador automático da autoria de Bradley Schaefer, que permite calcular a magnitude visual limite para o nosso telescópio. Não esquecer de mexer na amplificação e noutros factores para ver as diferentes magnitudes que podemos conseguir num telescópio. Por exemplo, um telescópio de 200 mm de diâmetro com uma amplificação de 600 vezes e com boas condições de observação pode chegar muito perto de magnitude 15, o que significa que é capaz de ver a anã branca da nebulosa da Lira!

O Sol da tarde

Dezembro 23, 2007 às 2:23 pm | Publicado em Dia-a-dia | Deixe um comentário

Pouco a pouco, o Sol vai descendo pelo caminho da tarde. Uma luz morna toma conta de tudo. Uma luz que não é de Inverno. Uma luz que aquece o Natal. Uma luz boa. Como tudo o que aquece o corpo e o espírito.

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