Planetas extra-solares

Maio 14, 2007 às 2:03 pm | Publicado em Planetas | 5 comentários

Em Maio de 2005, o Space Telescope Science Institute, em Baltimore, fez um seminário para assinalar os 10 anos da descoberta do primeiro planeta extra-solar à volta de uma estrela. Com investigadores de topo, as apresentações estão disponíveis aqui. Dão uma boa panorâmica sobre o estado actual da investigação neste domínio.

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  1. Quase todos os dias se descobrem novos planetas. Será que as alterações observadas na luminosidade das estrelas são suficientes para se concluir que são causadas pela existência de planetas? Ou será mais um exemplo da decadência da Ciência ( e da sociedade em geral ) do século XXI?
    Já agora, em relação á ” Nova Terra ” – expressão usada na comunicação social – devo dizer que num planeta com seis vezes a massa da Terra, os astronautas moerreriam sufocados pelo seu próprio peso se lá desembarcassem.
    Outra coisa: a NASA prepara a exploração desse “planeta”? Mas será que ninguém compreende as distâncias no Cosmos? E não me venham com velocidades da luz ou coisa que o valha, porque a matéria não se desloca a velocidades dessa grandeza e porque mesmo esse tipo de velocidades seriam lentas em viagens interestelares, já para não dizer intergalácticas.
    Esse tipo de exploração não poderá ser feita percorrendo fisicamente o espaço. Terá de ser de outra forma.

  2. Olá

    A detecção de planetas extra-solares é um trabalho muito cuidadoso. Ainda na recente descoberta do GL 581c viu-se isso.

    A gravidade no referido planeta não é muito superior à da Terra. A gravidade depende não só da massa do planeta como também do seu raio. O GL 581c tem um raio 1,5 vezes maior do que a Terra. A gravidade à superfície é maior que na Terra 2,2 vezes.

    É claro que a NASA não vai explorar o planeta, pois este está a 20,5 anos-luz.

    Um abraço

    José Matos

  3. Obrigado pela resposta. Eu só espero que, em relação á detecção de planetas, as permissas não estejam erradas apesar da conclusão parecer acertada.
    Já agora: um sistema solar como o nosso, com planetas rochosos próximos da estrela realizando o movimento de translacção de uma forma lenta, começa a parecer uma raridade.
    P.S.: Acredito na vida fora da Terra, mas penso que se exagera ao pensar que é algo generalizado e fácil de acontecer no Universo.

  4. Olá

    Não sabemos se planetas como o nosso são uma raridade? É que é mais fácil detectar para já telúricos com órbita curtas do que com órbitas como a nossa Terra. Nos próximos anos vamos ter grandes novidades a esse nível.

    Um abraço

    José Matos

  5. Espero que sim José Matos. Anseio pelo dia em que possamos vê-los. Ver claramente visto como dizia o Poeta ( sei que será difícil )!


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