O relatório Augustine
Setembro 11, 2009 às 2:03 am | Na categoria Espaço | 48 ComentáriosPois é, parece que já temos novidades sobre o relatório Augustine. Voltarei ao tema em breve. O sumário já está disponível. Mas estamos a falar de uma questão importante na exploração espacial norte-americana.
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http://www.viafanzine.jor.br/site_vf/astrov/noticias.htm
Comentário por JOSAFÁ BATISTA PINTO— Fevereiro 14, 2010 #
A NASA afirmou que foi à Lua. Cabe à NASA apresentar provas materiais de que o fez. Os elementos que a NASA nos fornecer ou constituirão provas ou não.
E quais são essas provas?
Fotografias
Filmes
Amostras de rochas
Fotografias
Parece não haver dúvida de que pelo menos algumas das fotografias foram falsificadas. E todas representam o mesmo conjunto de características. Em todas, existem traços de manipulações. Em todas, a parte de sombra dos astronautas e artefatos aparecem iluminadas, enquanto que a sombra dos objectos naturais são negras. Em grande parte delas, as sombras têm comportamentos estranhos.
Porque razão, haveria a NASA de falsificar fotografias? Bem, vejo uma: na ausência de fotografias de qualidade, a NASA precisava de algumas fotografias emblemáticas para efeitos de relações públicas. Isso justificaria algumas fotomontagens, mas não explica o resto das anomalias.
Filmes
As mesmas inconsistências das fotografias. Além disso, mostram inconsistências quanto ao ambiente de baixa gravidade.
Basta acelerar os filmes para o dobro da velocidade para vermos pessoas a andar num ambiente com uma gravidade normal terrestre. Em nenhuma circunstância conseguimos ver alguêm a dar um salto convincente e a uma altura considerável, tornada possível pela baixa gravidade.
Vemos o JEEP ROVER acelerar e saltar em irregularidades do terreno. Lembrem-se: na Lua, o ROVER teria um peso correspondente a 1/6 da sua inércia. Numa situação dessas, a estabilidade é mínima. Isso significa que, a 1/6 da gravidade, numa curva a 10 km/h a força centrífuga seria correspondente a uma curva feita na Terra a aproximadamente 24 km/h (10 * raíz quadrada de 6). O ROVER nem tinha uma suspensão decente. Qualquer manobra mais brusca tê-lo-ia capotado. Há óbvias descontinuidades entre cenas que vemos no filme.
Amostras de rochas
Uma das características mais notáveis e sujeita a mais controvérsia é o comportamento da poeira lunar.
Desvia a luz de volta à fonte que a iluminou, é altamente refletora, ao mesmo tempo permite fazer pegadas nítidas sem qualquer mistura com água ou qualquer matéria que a torne moldável.
Teria sido simples à NASA tirar amostras dessa poeira notável. Não o fez.
Quanto às rochas, comprovamos que podemos encontrar rochas “lunares” na Terra.
Assim, as “rochas lunares” não constituem prova.
Provas circunstanciais
O comportamento dos astronautas
Quanto aos testemunhos dos astronautas envolvidos, foram atípicos, tal como atípico foi o seu comportamento.
O diretor da NASA demitiu-se uns dias antes da missão Apollo 11.
TODOS os astronautas que foram à Lua tiveram atitudes estranhas. Neil Armstrong recusou-se a dar entrevistas, demitiu-se e procurou refúgio numa terrinha do interior, aceitando um emprego como professor só na condição de ser protegido contra quaisquer tentativas de entrevista.
Buzz Aldrin demitiu-se e sofreu uma depressão profunda.
O comportamento da NASA
Sempre que vejo um encobrimento, suspeito de uma fraude.
O grau de secretismo que envolveu certos aspectos do programa espacial podia justificar-se na altura, mas não se poderia justificar hoje. A tecnologia evoluiu, os segredos tecnológicos de então são conhecimento comum hoje.
Por outro lado, a NASA fez história. Destruir provas e dados desse acontecimento históricos é crime. E esse crime foi cometido. Não possuimos hoje quaiquer dados relativos ao equipamento usado pela NASA para descer na Lua e voltar, porque todos os dados foram destruídos.
A fita original da primeira transmissão da superfície lunar da história conhecida simplesmente “desapareceu”.
Todos os elementos de construção do módulo lunar e do ROVER foram destruídos.
Cinturão de Van Halen
Cinturão de Van Halen é uma zona de alta radiação envolvendo a Terra, criada pela interação entre o campo magnético terrestre e o vento solar.
Funciona como uma armadura contra o vento solar, que é capturado pelo campo magnético terrestre e fica a circular na cintura, criando uma área envolvende da terra com uma altíssima intensidade de radiação.
E ainda bem para nós, porque protege a terra do vento solar, que tornaria a vida à superfície da Terra praticamente impossível.
A Terra possui outras defesas interiores, como a camada de ozono contra os raios ultravioletas e a própria atmosfera, que absorve grande parte da radiação sobrante, além de fornecer uma defesa eficaz contra a maior parte dos meterioritos que nos atingem.
Cinturão de Van Halen tem cerca de 20.000 Km de espessura, e demoraria a uma nave espacial à velocidade de escape da Terra cerca de uma hora a atravessá-la.
A sua radiação é milhares de vezes mais elevada do que a radiação que recebemos à superfície da Terra.
Naturalmente, fora da cintura e na superfície da Lua, não há qualquer protecção contra o vento solar.
Uma das missões do Ônibus Espacial atingiu uma altitude de 350 milhas, altitude mais alta que qualquer vôo tripulado no espaço jamais alcançou, excluindo as missões Apollo.
Os astronautas viam a radiação na retina, apesar de se encontraram dentro da cabina e do fato espacial e com os olhos fechados. Decidiram voltar para uma órbitra mais baixa.
O Ônibus Espacial não chegou sequer a entrar no Cinturão de Van Halen, apenas chegou um pouco mais perto.
Não existe qualquer registo de medições dos níveis de radiação no espaço nem na cintura nem para além dela. De fato, a NASA está agora a enviar sondas para medir os níveis de radiação na Lua e está a usar o telescópio espacial Hubble para observar a Lua, mapeando os vários componentes do seu solo. Porquê, se já lá foi? Será que são tão desleixados que se esqueceram de o fazer nas 6 missões que lá desceram?
Os astronautas no Ônibus Espacial estão mais protegidos contra as radiações do que os astronautas da Apollo. Na Lua, a protecção do módulo lunar resumia-se a uma folha de alumínio com 2 mm de espessura. Na superfície da Lua, os astronautas tinham apenas a roupa espacial para os proteger da radiação.
Talvez a pista da radiação seja a mais significativa. Mas a NASA afirma que os perigos da cintura de Van Halen são grandemente exagerados. Astronautas das missões Apollo mostraram desconhecer sequer a existência do cinturão(!).
Então, foram ou não foram?
Essa é a pergunta mais difícil de todas. Há provas de que muitos dados foram ou falsificados ou destruídos. Há uma multidão de provas circunstanciais, tais como o comportamento atípico da NASA e dos astronaustas, e o facto de nenhum acidente ter ocorrido em todas as missões que desceram na Lua. Tudo funcionou perfeitamente.
Mas isso não constitui provas de que não tenham ido.
Pode ter havido várias razões para falsificar filmes ou fotos.
A NASA sabia que o sucesso mediático era muito importante. Supondo que os filmes e fotografias vindos da Lua estavam todos em más condições (mais uma vez, o feito das radiações poderia ter inutilizado os negativos), a NASA tinha de apresentar alguma coisa ao público, então falsificou fotografias.
Ou as comunicações em directo falharam com frequência. Por exemplo, a aterragem e a descida do primeiro homem na Lua TINHA de ser vista em directo, assim como o discurso de Nixon em directo falando com os astronautas na Lua, sob pena de estragar todo o efeito mediático da missão.
É perfeitamente possível que tivessem sido preparados filmes de antemão tendo em vista uma possível falha nas comunicações, e que em várias situações eles tivessem sido utilizados.
Mas teria sido possível, realmente, preparar um embuste desta dimensão?
Sim, perfeitamente possível. A NASA era uma empresa de estrutura paramilitar, sujeita à lei de segredos de estado. Estava altamente compartimentada, e o pessoal da cada departamento tinha informações exclusivas sobre o seu trabalho e nada mais. A esmagadora maioria do pessoal da NASA não teria tido necessidade de saber. Apenas alguns homens-chave, todos eles escolhidos a dedo e submetidos a juramento. Nem sequer todos o pessoal do centro espacial de Houston teria de estar dentro da conspiração.
Os subempreiteiros executavam os equipamentos sob especificações rígidas da NASA, e todos os projectos eram secretos. A sua responsabilidade terminava com a entrega do equipamento. Os equipamentos vinham de uma fonte, os sistemas de controlo vinham de outra. Os testes eram realizados em instalações da NASA, protegidos pelo segredo militar.
Os Soviéticos teriam denunciado
Mais uma vez, não. Os documentos históricos mostram-nos inúmeros casos de embustes praticados por ambos os lados e que o outro lado não denunciou.
Sabemos hoje, por exemplo, que Yuri Gagarin não foi o primeiro cosmonauta soviético no espaço. Os soviéticos foram testemunhas do incidente do Liberty, e não o denunciaram.
Num jogo em que todos têm telhados de vidro, ninguém atira pedras.
Alguém teria falado
De fato, isso aconteceu. Gus Grissom, um dos astronautas mais credenciados e apontado como o comandante da missão Apollo 1, morre num “acidente”, poucos dias depois de ter dado uma conferência de imprensa não autorizada em 1967, relatando uma reunião de alto nível da NASA onde foi exposto o facto de que a NASA precisaria ainda de 10 anos até conseguir colocar um homem na Lua.
Grissom também falou com um jornalista, numa entrevista privada. O jornalista e a sua esposa morreram, ambos de cancro, 15 dias depois. E várias outras pessoas ligadas à NASA morreram. Dois astronautas, pilotos de testes, suicidaram-se(?). O director geral da NASA demitiu-se na véspera da missão Apollo 11. Estas mortes serviram de aviso para qualquer um que quisesse pôr a boca no trombone.
O que o público não sabe é que já tinham acontecido, só em projectos da NASA, 12 acidentes em ambiente de oxigénio puro, vários mortais, em que num deles, onde morreram 4 pessoas, o incêndio teria sido provocado por uma pequena faísca de electricidade estática quando um dos homens acariciou um coelho.
O incêndio que vitimou Gus Grissom e a sua tripulação ocorreu numa cápsula em ambiente de oxigénio puro e onde estavam fios e equipamentos eléctricos, tais como fusíveis, contactores e disjuntores à vista. A probabilidade de incêndio era de 100%. E a escotilha de saída demorava mais de 3 minutos para abrir. Um assassínio premeditado, puro e simples. (de facto, a sua viúva pôs imediatamente um processo de assasínio por negligência à NASA, que acabou, como teria de acontecer, em águas de bacalhau. Existe neste momento um processo em tribunal interposto pelo seu filho para a reabertura das investigações.)
Se não se pode fazer, falsifica-se
A decisão de falsificar a ida à Lua terá surgido do resultado desta reunião de 1967. O momento político era decisivo, a NASA e os EUA precisavam de uma missão bem sucedida à Lua antes do fim da década, tal como prometido por Kennedy.
Aparentemente, o resultado mediático da missão Apollo 11 assustou pessoas altamente colocadas. De facto, uma parte significativa do público desconfiou que algo não estava certo. Muitas interrogações surgiram imediatamente.
A NASA precisou de tempo para aperfeiçoar os meios de fazer as “transmissões em directo” e de restabelecer a sua credibilidade. Assim, a câmara para as transmissões em directo a partir da Lua “avariou-se” logo após a alunissagem na missão seguinte, Apollo 12. Não houve imagens “em directo” da Lua.
Seguiu-se uma manobra de relações públicas altamente dramática: Apollo 13 (note-se a simbologia do 13, cuidadosamente escolhida)
A NASA ganhou, assim, tempo para contratar pessoal profissional de hollywood, provavelmente, e restabeleceu a sua imagem pública com a missão Apollo 13.
Nas missões seguintes, a qualidade das imagens era muito superior, e os efeitos especiais melhoraram muito de qualidade. Mas teve de ser mantida continuidade com os defeitos da missão inicial, daí a ausência de estrelas em todas as fotografias.
A principal proteção que os seres vivos na terra possuem contra as radiações nocivas provenientes do espaço não é, ao contrário do senso comum, a camada de ozônio ou a atmosfera terrestre (embora estas também possuam papel fundamental nesta defesa). Os pouco conhecidos Escudos de Van Allen, também referenciados como Cinturões de Radiação de Van Allen (”Van Allen Shields” / “Van Allen Radiation Belts”), filtram uma parcela substancialmente maior de radiações cósmicas que os dois primeiros. Com formatos semelhantes ao de uma casca de maçã – ou, para os mais familiarizados, às linhas de força de um campo magnético , os escudos de Van Allen constituem uma região do espaço com altíssima concentração de partículas radioativas, existentes graças ao campo magnético da Terra. Com altura mínima de 400 Km, sobre os pólos, e 1.200 Km sobre a linha do equador, delimitam a fronteira entre duas regiões de receptividades à existência de vida diametralmente opostas. Ao contrário do espaço interior aos escudos, que hospeda toda a vida na Terra, o espaço exterior – onde se situa a Lua – é de uma inospitalidade e agressividade absurdamente brutal. O espaço, nesta região, é altamente radioativo (intensa concentração de raios Gama e raios X, os mesmos emitidos pelo Urânio, Plutônio, Césio e outros materiais usados em artefatos atômicos). Em épocas de máxima atividade na superfície do Sol (elevado volume de labaredas solares, ou “solar flares”), a radioatividade no espaço exterior aos escudos pode atingir índices de 375 rem por dia (1 rem, ou roentgen equivalent mammal, expressa a quantidade de qualquer radiação ionizante que, absorvida por organismos vivos, equivale ao efeito biológico de 1 roentgen de raios X). A Agência Internacional de Energia Atômica determina, como dosagens seguras para exposição humana, o limite de 0,1 rem por ano, admitindo um máximo de 0,5 rem em um único ano, desde que a dosagem média em 5 anos contíguos não exceda o limite de 0,1 rem. O Sol passa por períodos alternados de máximos e mínimos volumes de atividades com um intervalo de 11,2 anos, e um pico de atividade solar se registrou justamente no ano de 1970. Ou seja, os astronautas das missões Apolo teriam sido submetidos a índices de radiação de 375 rem por dia, quando o limite aceitável para os humanos normais é de 0,5 rem por ano! Sob tais condições, nenhum ser vivo resistiria a algumas poucas horas de viagem além dos escudos de Van Allen, mesmo que protegido no interior de naves espaciais. Os astronautas lunares nem ao menos foram afetados por câncer, leucemia ou queimaduras, nem há registro de ocorrências de náuseas ou vômitos.Outra constatação interessante: além dos 21 afortunados cidadãos americanos que foram enviados à Lua (em 6 missões divulgadas como bem sucedidas, além da p roblemática Apolo XIII, cada uma com 3 tripulantes a bordo), nenhum outro ser vivo jamais ultrapassou os limites dos cinturões de radiação de Van Allen até hoje, aí incluídos os heróicos e sempre desbravadores cachorros, macacos e organismos microscópicos. Todas as missões dos ônibus espaciais realizadas até hoje se mantiveram, prudentemente, à altitude segura de cerca de 300 Km, mesma região orbital das estações Skylab, MIR, da Estação Orbital Internacional e até do telescópio Hubble. Ressalte-se que a Lua fica a mais 350.000 Km da Terra! Outra característica do espaço exterior ao escudo de Van Allen extremamente agressiva à presença devida é a impressionante diferença de temperatura entre uma superfície que esteja exposta e outra protegida da incidência de raios solares. Uma nave estática no espaço terá sua superfície exposta ao Sol submetida a temperaturas de 115°C,enquanto o lado que permanecer na so mbra enfrentará -160°C. Por este motivo, todas as sondas espaciais não tripuladas já enviadas ao espaço para vôos sem retorno foram projetadas para girarem em torno de seu próprio eixo, de modo a alternarem constantemente as superfícies expostas ao Sol e à sombra. Para que qualquer veículo espacial venha a permanecer em segurança no solo de um outro planeta, ou mesmo na Lua, é necessário que possua algum mecanismo que lhe permita, mesmo pousado, manter toda a sua estrutura em movimento giratório. Alternativamente, deverá possuir uma fuselagem que resista às estúpidas variações de temperatura ambiente. A mesma exigência de rotação constante ou elevada capacidade de isolamento térmico se aplica aos astronautas e seus trajes.
Nas missões Apolo, absolutamente nenhuma proteção contra as violentas variações de temperatura (115°C no peito de um astronauta que estivesse de frente para o sol, contra -160°C em suas costas) são constatadas. Outra observação importante relativa às variações de temperatura: até os dias atuais, nenhum fabricante de equipamentos fotográficos ou de vídeo anunciou câmeras ou filmes (películas) que tivessem capacidade de operar em condições tão adversas. Nas missões Apolo, as câmeras eram acopladas ao peito dos astronautas, externamente aos trajes espaciais (que, por si só, não dispunham de proteção térmica efetiva conhecida). Todas as fotografias e vídeos divulgados pela NASA, sob esta perspectiva, não poderiam ter sido obtidas na Lua. O Módulo Lunar ocupa um lugar de destaque nas dúvidas quanto à veracidade dos pousos na Lua, e não apenas pela sua incapacidade de proteger seus ocupantes da radioativid ade ou de resistir às variações de temperatura na superfície lunar. As operações de pouso e decolagem na Lua merecem ser cuidadosamente analisadas.Antes que sejam abordadas as incoerências deste componente da Missão, impressione-se com sua “robustez”, na fotografia em close disponível em “AS17-134-20463″ (NASA). O Módulo dá a impressão de ter sido montado com tubos metálicos, lona plástica e finas camadas de lata. Ao contrário do que as imagens e animações sempre divulgadas sobre as anunciadas chegadas e partidas da Lua dão a entender, apenas por obra e graça Divina o Módulo Lunar conseguiria flutuar tranqüilamente até quase tocar na superfície, sendo necessários apenas uns poucos e sutis sopros de turbina para que um pouso suave e perfeito ocorresse. Um pouso na Lua é, na realidade, uma completa queda livre. Consideradas a força de gravidade e a altura do campo gravitacional da Lua, o impacto no solo deveria ocorrer com uma velocidade próxima dos 2,38 Km/s (velocidade de escape do campo gravitacional da Lua), aproximadamente 8.500 Km/h! Esta velocidade final de queda teria que ser completamente compensada pelo jato constante e de alta potência gerado pela turbina do Módulo. De forma análoga, o Módulo Lunar deveria decolar do solo e vencer todo o campo gravitacional da Lua graças ao empuxo que fosse gerado por sua turbina. Ressalte-se, ainda, que os Módulos Lunares pesavam (na Terra), segundo a NASA, 14.515 Kg nos três primeiros pousos e 16.330 Kg nos três últimos. Apenas para reforçar o entendimento da dinâmica envolvida na alunissagem: caso não houvesse um constante e poderoso empuxo de turbina para controlar a descida, o Módulo Lunar seria um objeto sólido com peso lunar superior a 2,5 toneladas atingindo a superfície a mais de 8 mil kilômetros por hora! Há outro problema ainda mais sério no Módulo Lunar, relacionado à sua dinâmica de vôo. O Módulo possui um desenho completamente disforme e a ssimétrico, com uma única turbina propulsora de 15.000 N (3.500 lb) de empuxo instalada verticalmente no ponto central de sua base (havia também, 4 conjuntos de 4 pequenas turbinas, para as manobras de acoplagem com o Módulo Orbital Lunar, onde permanecia o terceiro astronauta da missão). Para que o Módulo possa efetuar um vôo ascendente ou descendente estável, é absolutamente imprescindível que o centro de gravidade do Módulo esteja perfeitamente alinhado com o eixo da turbina. Qualquer deslocamento milimétrico que haja entre o centro de gravidade e o eixo da turbina fará com que o Módulo perca a estabilidade do vôo e passe a desenvolver “cambalhotas”, como alguns fogos de artifício (que usam exatamente o princípio de centro de gravidade deslocado em relação ao eixo da propulsão), até o impacto descontrolado com o solo. Este alinhamento tênue no Módulo poderia ser comprometido até pelos movimentos de um tripulante em seu interior ou pela redistribuiÍ ?ão do peso do combustível em decorrência da queima, e certamente não resistiria às mudanças de peso na carga antes e depois do pouso, causadas pelo abandono do veículo lunar e outros equipamentos, e carga de pedras para transporte à Terra. Por oportuno, observe uma fotografia em close do Jipe lunar, em “AS17-134-20477″ (NASA), e tente imaginar como ele poderia ter sido transportado – mantendo a estabilidade do conjunto – pelo esquálido Módulo Lunar. Para que o Módulo Lunar pudesse ter um equilíbrio estável, deveria possuir no mínimo três turbinas (ou três “pontos de apoio” em vôo), formando um triângulo equilátero, e o mais distante possível umas das outras. Mesmo em foguetes, nos quais o centro de gravidade é perfeitamente alinhado com o eixo de propulsão devido à sua simetria e formato longilíneo, é comum a adoção de três ou mais fontes propulsoras. Observe, por exemplo, o foguete brasileiro VLS (Veículo Lançador de Satélites, que até hoje não realizou um único vôo bem sucedido), com 4 turbinas, ou o francês Ariane 4, com 6 pontos de propulsão. A medida em que mais informações sobre as dificuldades de se colocar um ser humano na Lua vão sendo divulgadas, maior é o número de pessoas que põem em dúvida a capacidade dos Estados Unidos ou da União Soviética terem realizado este feito com a tecnologia quase artesanal do final dos anos 60. Outra história tem ganho força para explicar os fatos daquela época: as naves Apolo permaneciam em órbita terrestre segura (no interior dos escudos de Van Allen), durante o tempo que a missão durasse, transmitindo informações, fotografias e filmes previamente elaborados em estúdios e em laboratórios pela NASA. Além dos astronautas, poucas pessoas no comando da missão teriam conhecimento do que realmente ocorria. Sob essa lógica, até o “incidente” da Apolo XIII teria sido simulado, como forma de voltar a atrair a atenção da opinião pública para as ent ão desinteressantes missões à Lua. A motivação da NASA para tudo isso? Um fato parece ser inquestionável: mesmo em pleno ano de 2009, 40 anos após a “façanha” americana, quando o foco das discussões sobre conquistas espaciais gira em torno de viagens tripuladas a Marte, nosso estágio tecnológico ainda não nos permite suplantar as intempéries do espaço sideral e por em segurança um ser humano na superfície lunar.
Comentário por JOSAFÁ BATISTA PINTO— Fevereiro 14, 2010 #
Mais talves possamos encontrar uma brecha nos polos para passar assim passamos pelo cinturão de van allen. que voçê acha?
Comentário por João Hilquias— Dezembro 30, 2010 #
acho uma baita mentira dos EUA a ida na lua,esse cinturao é impossivel achar o dia da brecha para passar.o homem ainda demorara a consequir essa façanha,eu prefiro acreditar em Deus…
Comentário por rafael moraes— Março 2, 2011 #
Quanta suposição e ainda errôneas. Por exemplo, quando fala da assimetria do módulo lunar. Quer coisa mais assimétrica do que o ônibus espacial com os boosters na hora do lançamento? E ele não sai dando cambalhotas.O autor parece desconhecer pontos importantes como o jipe lunar. Este equipamento era todo articulado e foi literalmente “desdobrado” ao ser sacado da lateral do módulo lunar.Em um dos filmes da Lua aparece este procedimento. E o telescópio Hubble está numa órbita acima de 600 km de altitude.
Comentário por JR— Junho 6, 2011 #
deixa de ser lerdo…e as provas? quais sao?
tenho tanta raiva de pessoas que veem na cara que nao é verdade e ainda insiste
Comentário por Paula Arantes— Julho 21, 2011 #
Paula, não ficou claro o seu posicionamento. Você tem raiva de quem?
Comentário por JR— Julho 26, 2011 #
Que perigo hein? O rover lunar fazer uma curva a 24 km/h. O perigo de capotagem é mesmo grande.Essa é boa.
Comentário por JR— Agosto 31, 2011 #
SEMPRE DESCONFIEI.
AGORA DESCONFIO ATÉ DO 11 DE SETEMBRO.
Comentário por JOAQUIM— Setembro 14, 2010 #
Deus já veio á Terra e quase ninguém acreditou nele. O mal da Humanidade é a pequenez intelectual da maioria dos seus elementos que, por não compreenderem determinadas coisas, desconfiam de tudo e de todos. Afinal, milhares de anos depois de Aristóteles, ainda há muita gente para quem o mundo é a parte que fica debaixo dos pés, o tecto ( vulgo céu ) e o meio, que é onde nós andamos! Já agora digam lá que as fotografias da Phoenix e dos robots que ainda andam em Marte foram tiradas num qualquer deserto americano… Não há pachorra!
Comentário por E.T.— Setembro 21, 2010 #
Por isso que a grande balela “deus” ainda paira sobre esse cu que chamamos de Terra…
Acredite em tudo o que lhe falam, e você vai ser a ovelhinha das terras do intrépido Valdemiro Santiago.
Comentário por Rapunza— Setembro 30, 2010 #
A Igreja Católica é, para todos os efeitos, aquela que descende directamente dos discípulos de Jesus Cristo. Sou católico, até porque sou europeu e, garanto-lhe, não corro o risco de me render a “pastores” de pacotilha da América do Sul! E, já agora, se me aconselha a não acreditar em tudo, aconselho-o a não acreditar em tudo o que é teoria da conspiração.
Comentário por E.T.— Outubro 8, 2010 #
Dizer que a Igreja Católica Romana, descende diretamente dos Discípulos de Jesus Cristo, é afirmar não conhecer a História da Igreja. Ela descende de constantino que ligou o paganismo Romano com o cristianismo, é só ler a História. A Igreja que descende Jesus Cristo é a Igreja Católica Cristã. Essa mantem os seus ensinamentos, inclusive a que está em exodo 20. Não farás para ti imagem de escultura. E a que Paulo nos ensina. Aos gentios devem se abster da IDOLATRIA.
Comentário por Guimarães— Novembro 3, 2010 #
E sobre o Quarto Mandamento,voce é obediênte a Ele também ou voce o tirou de Exodo 20?.
Comentário por Luiz Roberto de Souza— Março 27, 2011 #
Alguns não sabem a diferença entre LATRIA, DULIA e HIPERDULIA..não é ironia, mas sim conhecimento.
Comentário por PAULO ABREU— Maio 15, 2011 #
Eu sou um seguidor de JESUS CRISTO, e concordo como também acredito que o homem não foi a Lua, e muito menos nesse papo que os americanos tentam enganar o mundo com estórias de Terrorismo. 11 de setembro foi uma farça. Alguém já viu os jogos RPG Iluminate da Nova Ordem Mundial. Feito em 1995. Vejam a carta que mostra sobre ataque terrorista e concluam por sozinhos. Eles querem e pensam que podemo nos manipular como a bonecos ou escravos.
Comentário por Guimarães— Novembro 3, 2010 #
A grande verdade e´´ tudo politica.Jogo de interesses,a grande naçao nao
pode falhar,quando falha ,faz 1000 filmes explicando o inexplicavel.
E convencer o povo e mais velho que andar.Nao foram a lua.So queriam o
dinheiro dos contribuintes , para se modernizar.Nao adiantava a bomba
sem foguetes inter-continentais.E como americano adora pagar por novela,vieram as missoes Apollo.E quanto a Deus,e so ver o que nos prote
-ge,atmosfera,camada de ozonio,campo van halen,etc.Tudo isso e mais 1000000 de acontecimentos combinados,conjuntos,separados,isolados e + etc.Para um cego que nao quer ver, tanta beleza e vida,nem da lua parece seu cu.E NAO FORAM A LUA, GRAÇAS A IGREJA CATOLICA ,QUE TORROU
EMPALOU,TORTUROU E ATRASOU A HUMANIDADE POR SECULOS.
Comentário por jorge 3º mundo— Dezembro 3, 2010 #
Pelo que eu li nesses comentários é difícil acreditar que o o homem ja posou na lua.Na verdade eu estou em dúvidas se o homem posou na lua.Eu queria acreditar com a certeza.pois eu vería que o homem tería capacidade de descobrir o espaço sideral.Mas eu peço que a humanidade continue a estudar,melhorar a contruir naves espaciais, para que o homem
possa ir mais longe.Como por exemplo a Marte.Susseso a Nasa e a Instituição da Europa nessa união.
Comentário por Robson— Dezembro 27, 2010 #
vejo que seja possivel a travessia do Cinturao de Van Hallen, com uma BALSA DE CHUMBO, onde esta seria previamente montado no espaço, proximo a camada radioativa, com propulsores. A nave tripulada entraria nesta capsula (BALSA), a qual faria a travessia de ida e volta da camada radioativa. Seria muito simples e segura a travesia da camana possibilitando a viagem espacial e a ida do homem a lua.
Comentário por Ronaldo Regalin— Janeiro 2, 2011 #
Os conhecimentos científicos e as tecnologias espaciais em 1969 não eram suficientes, como não o são nos dias hodiernos, para possibilitar ao homem repousar no solo lunar. A camada de Van Hallei não o permitiria, e a radiação provocada pelos ventos do sol, mesmo após esta camada, destruiria os “pseudo-astronautas” postados na citada missão. Fala-se em uma nova missão espacial colimando ao solo lunar, em 2012. Espero que os próximos não sejam casados, nem tenham filhos e netos… A ciência é bela, mas pensar em pisar no solo lunar parece-me ser ainda um desafio que se sobrepõe à nossa vã filosofia. De todo modo, quando tentarem novamente deixem os americanos do norte fora da brincadeira, porque se der errado, que é o que deve acontecer, eles vão inventar um sem fim de justificativas falaciosas que, possivelmente, vai envolver muita gente inocente no novo engodo. Sim! E não esquecem: Van Halley os espera, com uma radiação de 20.000Kms, que consome até o pensamente de vossas falibilíssimas almas. Conselho de amigo: Não vão não… Mas se forem: Adeus, eternamente… Grande abraço, senhores cientistas que não consequem acabar com a mísera fome do nosso planeta, casa mais próximas e única que dá certo à nossa irriquieta espécie… Beijo nas crianças, pra nãum falar que não FALEI DAS FLORES. Riba, o foda.
Comentário por José Robamar M. Moreira— Janeiro 30, 2011 #
Não sei porque,mas nunca acreditei que o homem pousou na Lua.Gostaria mesmo que fosse verdade,mas não é.Gostaria que ele fosse a Marte,Venus,
Jupiter,fosse além da Galáxia,mas não dá,pois não existe meios mecânicos
para este acontecimento,principalmente naquela época,onde nada do que
temos hoje não existia.Imaginem que uma CPU ocupava uma sala inteira e
mesmo assim era pouco para armazenamento de dados.Eu não acredito que
haja material resistente para construção de uma nave que possa ultrapas
sar as camadas da Terra,tais como exosfera,estratosfera,etc.Principal-
mente o tal Cinturão de Van Halley.E outra coisa se os Americanos pousaram mesmo na Lua,porque ao invés de construírem o Laboratório
Espacial aqui bem próximo,porque não em solo Lunar???
Obrigado pela atenção
Alcides Medeiros Duarte
Comentário por kevin85998— Fevereiro 4, 2011 #
Continuando,eu acredito sim que já se consegue mandar foguetes,naves,sondas para bem distante,como no caso Marte,mas com um pequeno detalhe,sem tripulação.O ser humano apesar de
soberano é muito frágil.Veja que ainda nos dias de hoje com a
medicina tão avançada,morrem todos os anos muitas pessoas com
apenas uma picada do mosquito da dengue.Imaginem então colocar
tres pessoas dentro de uma cápsula para enfrentar uma avalanche
de flashs cósmicos(fótons,elétrons,etc)párticulas de átomos al
tamente radiotivos.Ah, coitadinhos deles.
Obrigado
Alcides M.Duarte
Comentário por kevin85998— Fevereiro 4, 2011 #
As teorias de conspiração manifestadas neste post ao longo do tempo são dignas de registo. Por isso, deixei cada um comentar o que bem entendeu.
Sabe-se no geral que as teorias da conspiração são baseadas no desconhecimento dos factos, em fontes pouco seguras ou credíveis e numa vontade enorme de acreditar numa realidade paralela para a qual não há nenhuma evidência sólida ou credível…O caso da Lua é típico. Seria obviamente cansativo estar aqui a rebater um por um os argumentos apresentados, por isso, deixava como sugestão o trabalho do engenheiro Wilson Porto Reis, do Projecto Ockham, que explica bem explicadinho como tudo não passa de teoria da conspiração.
http://www.projetoockham.org/historia_lua_1.html
José Matos
Comentário por Jose Matos— Fevereiro 5, 2011 #
Esse tal Projeto “Ockham-Lua” não passa de um monte de mentiras e incoerências físicas, o que um bom físico logo percebe. Leiam Estabilidade Orbital, via Internet, de minha autoria (AMC). Sou astrofísico e cosmólogo prático, e PROVO: A NASA E SEUS SEGUIDORES MENTEM! Concordo plenamente com o texto de Josafá B. P. acima (inicial), e ainda digo que NEM HOJE, NINGUÉM CONSEGUE ENVIAR UMA SÓ MISSÃO TRIPULADA SEQUER ALÉM DOS 2.000 Km DE ALTITUDE. E foram à “Lua”, a +- 400.000 Km da Terra, 6 vezes, de 1969 a 1972, num governo americano que usava até LSD para dominar a juventude universitária (Nixon/CIA)???? CAMBADA DE VIGARISTAS!!!!!
Comentário por Alfredo Castro— Abril 1, 2011 #
Quanta desinformação. Por que não se preocupa em comentar os fatos sob a luz da ciência em vez de especular sem um sólido conhecimento?
Comentário por JR— Abril 12, 2011 #
Ai galera uma simples explicação para a farsa americana: Com tantas pessoas passando fome, tinha que justificar o gasto de milhões de dolares no programa espacial, o povo precisava saber o foi feito com seu dinheiro!!!
as fotos justificaram!! kkkkkkkk
Comentário por laerte— Maio 9, 2011 #
Claro que o homem foi a lua, nada contra, mas pelo amor de Deus mostre alguma prova concreta, mostre algo para convencer estas pessoas, A NASA deixa muito a desejar nesta questão. Porque a NASA cancelou todas as pesquisas para colocar o homem a lua no ano de 2025. dizendo que não tem tecnologia para viagem tripulada ou seja tenho 40 anos e provavelmente não viverei para ver o homem voltar a lua. Como isto é possível?
Comentário por lua— Maio 28, 2011 #
Meu caro, a nasa não falou que o problema é tecnologia. O projeto atual foi adiado pois ainda falta vontade política, pois um projeto deste gasta-se bilhões de dólares e a situação econômica atual, como todos nós sabemos, não é das melhores.
A Nasa não presisa provar nada pois existem dezenas de provas de que o homem foi à Lua: 400 kg de amostras de rochas lunares trazidas ao longo das 6 missões (nenhuma sonda não tripulada pode trazer tanta amostra); os espelhos deixados lá que até hoje são utilizados pelos observatótios terrestres para medir a distância Terra-Lua;os registros de “vôo” e dos aparelhos deixados na superfície que puderam ser acompanhados por todas as agências espaciais mundiais, inclusive os russos; dezenas de horas de filmes, milhares de fotos, o trabalho de 400.000 pessoas em todo o mundo incluindo engenheiros, químicos, biólogos, médicos, técnicos das mais variadas áreas, o relato dos astronautas (homens altamente capacitados tanto tecnica como psicologicamente),nenhum cientista do mundo contesta estas missões,a sonda LRO atualmente em órbita da Lua fotografou 40 anos depois,os locais de pouso das 6 missões e conseguiu registrar todos os objetos deixados na superfície, inclusive os rastos dos astronautas e dos rovers(e tudo se encaixa com as fotos originais da época); durante a missão Apollo 12 os astronautas resgataram e trouxeram de volata à Terra a sonda “surveyor” anteriormente enviada (nehuma máquina sozinha conseguiria realizar esta operação). Como pode observar tudo se enciaxa, não há falhas ou engôdos. Fique tranquilo. Uma nação nunca se tornará a mais rica e poderosa do mundo simplesmente apresentando mentiras da carochinha e teatrinhos infantis.
Comentário por JR— Maio 31, 2011 #
Não me leve a mal, caro leitor, mas o comentário de Josafá B. P., no início destes comentários, é bem contundente e COMPROVADO. Ou seja: as pedras “lunares” são falsas mesmo (“desprovidas de contato com água, por séculos”, disse a NASA, PORÉM recentemente descobriram uma enorme quantidade de água na Lua!!!!), o “espelho” pode ter sido deixado na Lua POR UMA SONDA (não tripulada), e além da MENTIRA das Apollos, NUNCA HOUVE UMA SÓ MISSÃO TRIPULADA SEQUER ALÉM DOS 2.000 Km DE ALTITUDE!!! CAMBADA DE VIGARISTAS!!! Leiam Estabilidade Orbital, AMC, via Google, agora, comprovada matematicamente e de quebra, trazendo nos comentários a possível causa da gravitação.
Comentário por Alfredo M. Castro— Junho 1, 2011 #
Outro detalhe: as fotos da sonda LRO não têm a menor nitidez: não se distingue NADA!! Podem ser apenas restos de sondas. E mais: a sonda chinesa “Chang E II” fotografou a menos de cem Km TODOS os alegados locais de pouso das Apollos, e só encontrou material artificial fragmentado (restos de sondas?). Nada de “bandeira”, ou “Jeep”. E por mencionar a “bandeira”, aquele tecido bem maleável e com cores escuras não duraria cinco segundos sem virar pó, sob a radiação solar ao dia lunar (direta, refletida e irradiada pelo solo ao redor). Leiam Estabilidade Orbital (Megacontador), AMC, e comentários. Sou astrofísico e cosmólogo prático e além de provar matematicamente minhas teorias, inclusive apontando uma possível causa da gravitação, PROVO QUE A NASA E SEUS SEGUIDORES MENTEM!!!!
Comentário por Alfredo M. Castro— Junho 1, 2011 #
Os faraós ergueram um império de mentiras. Em Roma, o mesmo. O nazismo, idem. A história se repete, repleta de casos como esses. E quem disse que os EUA são os mais ricos, atualmente, é por que não conhece a China. Ou MENTE TAMBÉM.
Comentário por Alfredo M. Castro— Junho 2, 2011 #
Sr. Alfredo, vejo que o meu comentário foi bastante incisivo pois o sr. gastou bastante linhas para respondê-lo, ainda com novos comentários. Vou aqui agora replicá-los:
- As pedras lunares não são falsas. Na Terra são encontrados raros meteoritos lunares que diferem das rochas trazidas por apresentarem características de material fundido devido a queda pela atmosfera terrestre. As recentes descobertas de água na Lua se divide em 02 fases: Descobriu-se água congelada em crateras localizadas no(s) pólo(s), ou seja muito longe das regiões de pouso das Apollos, e provavelmente tenham origem extra-lunar (impacto de cometas). A outra hipótese de haver água no interior da Lua em meio ao magma, como na Terra, foi devido justamente a estudos com sonda iônica de amostras de rocha laranja (vulcânica) coletadas durante a Apollo 17.
- Quanto aos espelhos tudo bem. Há também espelhos russos que foram instalados por sondas. Porém as coordenadas de localização destes em questão batem exatamente com os registros dos locais de pouso.
-É claro que com exceção das apollos, nenhuma missão tripulada foi além de 2000 km. Porém isso não quer dizer nada. Os cinturões de Van Allen conforme literatura científica não são obstáculos intransponíveis para os astronautas, que foram expostos por pouco tempo (máximo de 1,5 horas) que ainda contavam com proteção adicional dos módulos e trajes espaciais. Contudo a maioria deles, mesmo assim desenvolveu cataratas nos olhos, como conseqüência da exposição à radiação, tanto na viagem como na superfície lunar.
- LRO. As fotos foram obtidas a 50 km de altitude e com máxima aproximação. Todos os objetos e equipamentos deixados estão lá, nas mesmas coordenadas, os rastos batem exatamente com os registros e fotos de 40 anos atrás. A sonda Selene da JAXA (agencia japonesa) também fotografou um local da Apollo 15 e depois simulou em 3D como seria o relevo, obtendo imagem semelhante à imagem in loco da Nasa. A sonda chinesa, como você mesmo disse, também fotografou a menos de 100 km e encontrou material artificial. Como percebe a distância foi maior que a dá LRO. Nessa distância toda não dá mesmo para distinguir facilmente detalhes como das bandeiras.
- Por que o material da bandeira não resistiria a temperatura na LUA. Antes de
afirmar isso indique qual o material que foi efetivamente utilizado. Por exemplo o nylon e as tintas que resistem a temperaturas mais “elevadas” já eram produzidos na época.
- Os impérios dos faraós e romano que você citou duraram milhares de anos. Suas suntuosas cidades e construções estão até hoje aí para serem admiradas. A Alemanha nazista realmente dava passos maiores que as pernas (errados) e em poucos anos ruiu. O exemplo que dei serve para qualquer nação, que só poderá tornar-se uma potência desenvolvendo e aplicando tecnologias (reais). E se a China está chegando a esse ponto é porque segue essa linha, tanto que já enviou por si só homens ao espaço e em breve lançará sua estação espacial exclusiva (e não é teatro).
Comentário por JR— Junho 3, 2011 #
JR, perfeito!
Podemos incluir nas questões de conquistas da humanidade… e expansão maritima no século XV-XVI… levando em conta as devidas proporções… O que fizemos no sec. XV-XVI é praticamente o mesmo que as missões tripuladas a Lua.
Abçs,
CB.
Comentário por CB— Setembro 8, 2011 #
Caro: a história ESTÁ REPLETA DE MENTIRAS! Quem conta a “história” SÃO SEMPRE OS VENCEDORES! Está muito mais que comprovado: A NASA MENTE! Até Brian O’Leary, CIENTISTA E ASTRONAUTA DA PRÓPRIA NASA DISSE: “AS IDAS DO HOMEM À LUA PODEM TER SIDO FORJADAS PELA NASA” (documentário da Fox – AMERICANA!). Sou astrofísico e cosmólogo prático (AMC), autor de (ver o link) estabilidadeorbital.webnode.pt
Comentário por Alfredo Castro— Setembro 9, 2011 #
A tecnologia de aproximação focal e emissão fotográfica da sonda chineza “Chang E II” é muito superior a todas as outras utilizadas até hoje, e captaram, com nitidez, material artificial FRAGMENTADO, sem definição específica. Isso a dois meses. Havendo água no subsolo lunar, ha alguma evaporação e consequentemente é formada uma tênue atmosfera hídrica. Mesmo na mentira, impérios perpetuam-se. Mas chegam a um fim. Entretanto, creio que não convencerei pessoas dispostas a “ver” somente o lado da mentira. Abraços, AMC.
Comentário por Alfredo M. Castro— Junho 3, 2011 #
soh vcs msm p trocar ideia logo com isso…esse mundo so vai mudar quando todos nos quisermos realmente enxegar a veracidade das coisas…ou seja, NUNCA!
Comentário por eu— Julho 21, 2011 #
Sou astrofísico e cosmólogo prático, e minhas teorias estão compactadas no site estabilidadeorbital.webnode.pt
Provo: a NASA e seus seguidores mentem.
Comentário por Alfredo M. Castro— Julho 21, 2011 #
kkkkk
Olha a classe do currículum do cara!!! Astrofísico e cosmólogo prático kkkkkk
só faltava ser formado na universidade de Jesus kkkkkk
A própósito, Jesus nunca ensinou que o hoemem nunca foi à lua
O autor é um tremendo cara de pau ignorante, assim como seus apoiadores. Vão fazer ENEM e cursar uma faculdadezinha que presta em física pra depois querer desmentir o UNIVERSO.
ps. se vcs num sabem da lua, o que diriam da Teoria M
Comentário por Gaspar Romaniuk - Físico e matemático— Novembro 19, 2011 #
Oh, Sr. Gaspar: escrevendo errado desse jeito, queres contestar-me? Em sendo realmente o que dizes, “físico e matemático”, leias pelo link, estabilidadeorbital.webnode.pt , de minha autoria, e depois, APRESENTES tuas opiniões sobre o que estaria ou não errado, embasadamente, se puderes. Meu login no You Tube é “MegaLogaritmo”, e lá, no meu canal, PROVO QUE A NASA MENTE MUITO! NINGUÉM JAMAIS ESTEVE NA LUA!!! Pior: recentemente, a NASA/governo americano DIZ ter lançado uma sonda a Marte, por US$ 2,5 bi do contribuinte DESEMPREGADO, SEM MORADIA E FAMINTO, como se isso fosse resolver tais importantíssimas questões!!! Obama: @! Alfredo M. Castro, autor.
Comentário por Alfredo Castro— Novembro 30, 2011 #
Seria bem interessante usar toda essa potência de telescópio para obter uma imagem decente da lua, mas vocês já sabem porque só temos porcarias de imagens de nosso satélite natural ou pequeno planeta vizinho; Basta a NASA dar só mais um pouquinho de zum e deixar seus efeitos especiais sem-vergonha de lado e as cores começam a aparecer.
Comentário por fernando freitas— Setembro 22, 2011 #
A CIA/NASA paga gente por todo o mundo para endossar suas mentiras, através de subsídios, serviços de satélites, o que não passa de CORRUPÇÃO. O ex-presidente dos EUA, George W. Bush, teve a sua prisão decretada pela Anistia Internacional, e a “justiça” americana ignora inclusive a legislação da ONU. Basta analisar os contratos assinados com a NASA, cujas cláusulas, uma delas é que tal contrato “não pode ser de conhecimento público”. Mentem, torturam e matam. Participem da campanha “PRENDAM OS CRIMINOSOS QUE DIZEM TER IDO À LUA”. Sou Alfredo M. Castro, o astrofísico e cosmólogo autor de estabilidadeorbital.webnode.pt
Comentário por Alfredo M. Castro— Novembro 8, 2011 #
Uma unica questão simples me assombra, se realmente foram a lua a 4 decadas a tràs naquelas condições, hoje com o avanço tecnológico absurdo principalmente após a decada de 90, por que ninguem ainda voltou, nem americano nem russo, nem se ouve falar, pra quem piso na lua nos anos 60, 40 anos depois ja era para pelo menos estar dando umas voltinhas nos anéis de saturno.
O dificil de qualquer projeto impossivel e tira-lo do papel com sucesso, depois de isso feito e so aprimorar.Será que ta tão dificil assim.
Comentário por eric zeferino— Novembro 14, 2011 #
Queridos,motivos que não nos direcionam para um debate saudável,sempre alimentam a incredulidade.Porque não pensar-mos assim:Deus está fora de qualquer debate científico pois,Ele mesmo é o princípio e a essência de tudo.Quando fizermos isso será mais fácil acreditar na ciência,pois ela em si não é detentora da verdade absoluta,apesar de nos conduzir a excelentes conclusões através da pesquisa,observações repetidas,etc…
A natureza é real porque DEUS é real.Leiam Romanos,cap 1.
Tudo que se pode conhecer a respeito dele está explícito na mecânica celeste e nos ecossistemas terrestres.Observem bem durante a noite,em um lugar de pouca luminosidade,olhando para o céu a perguntem a vocês mesmos se estão sozinhos neste vasto Universo.Eu tenho certeza de que a resposta será “NÃO”.
Descartes certa cez disse:Penso logo,existo.Ora se só o fato de ele pensar prova a sua existência,então essa existência pressupõe algum criador.
Thank you for hearing me!
Comentário por Tavares— Novembro 20, 2011 #
Nasa apagou fitas originais da ida à Lua
As fitas originais com as imagens da Apollo-11, primeira missão tripulada à Lua, perderam-se para sempre, afirmou a Nasa na quinta-feira (16).
Em entrevista coletiva marcada para divulgar uma versão restaurada de imagens feitas a partir de uma transmissão televisiva, em 20 de julho de 1969, a agência espacial reconheceu que as fitas que registraram diretamente a alunissagem foram apagadas sem querer para que fossem reutilizadas.
Nasa
Trecho do vídeo restaurado a partir de cópias secundárias, divulgado ontem pela Nasa; fita original foi apagada, diz agência
Ontem, no aniversário de 40 anos da partida de Michael Collins, Edwin “Buzz” Aldrin e Neil Armstrong para a Lua, a Nasa apresentou apenas alguns trechos da restauração. O trabalho completo será divulgado somente em setembro.
Mesmo com melhorias, as imagens de segunda mão ainda têm manchas e com chuviscos. O trabalho está sendo feito em parceria com uma empresa de restauração de Hollywood. Uma pequena amostra dos vídeos pode ser vista no site da Nasa (www.nasa.gov).
Esta foi a primeira vez que a agência espacial americana admitiu que não tem mais como recuperar as fitas originais. Em 2006, a Nasa reconhecera que havia perdido o material, mas afirmava ainda ter esperança de recuperá-lo.
Foi só agora, em 2009, que Richard Nafzger, engenheiro da Nasa, descobriu onde elas foram parar: estavam em um estoque de 200 mil fitas que foram apagadas e reutilizadas nos anos 1970 e 1980 para economizar dinheiro.
Essas fitas foram utilizadas para gravar missões posteriores ou até para registrar dados eletrônicos de satélites (telemetria). Ou seja, as imagens que impressionaram o mundo inteiro podem ter sido substituídas por código binário.
Segundo Nafzger, havia pouco interesse sobre as fitas na época porque o objetivo maior do governo dos EUA para efeito de propaganda era a transmissão ao vivo.
As cópias dos vídeos sobre as quais a nova restauração foi feita foram tiradas dos arquivos da rede de TV CBS e do acervo da própria Nasa: alguém havia apontado uma filmadora para as telas que exibiam as transmissões originais e guardado algumas das fitas.
A Nasa acredita que as fitas originais poderiam conter dados digitais enviados da Lua. Eles poderiam se converter em imagens com definição muito melhor do pouso da Apollo-11 do que aquelas que foram transmitidas pela TV em 20 de julho de 1969, quando Armstrong e Aldrin se tornaram os primeiros humanos a pisar em um outro corpo celeste.
A técnica utilizada pelas emissoras não era muito avançada: os câmeras eram posicionados perto de um telão gigante em Houston, na base de controle da Nasa, e retransmitiam o que estava passando.
Nafzger diz que ainda podem existir outras cópias perdidas das transmissões originais de 1969 e que ele pretende continuar procurando.
As imagens dos astronautas andando na superfície lunar e ficando a bandeira americana no chão foram vistas por 600 milhões de pessoas no mundo ao vivo, estima-se.
A Lowry, empresa que está restaurando os vídeos, trabalha com a digitalização de antigos filmes hollywoodianos. Eles pretendem juntar arquivos de diferentes origens para fazer um novo vídeo do pouso.
Questionado ontem, Nafzger diz não se preocupar com a ideia de que teorias conspiratórias de que o homem nunca chegou à Lua possam ganhar força com uma empresa de Hollywood reeditando as fitas.
“A empresa está restaurando vídeo histórico. Não faz diferença de onde ela é”, disse.
Nafzger participou, em 1969, da equipe que trabalhou para conseguir que as imagens da Lua chegassem em tempo real à Terra, a 386 mil quilômetros de distância. Foi um desafio tecnológico quase tão grande quanto o de mandar seres humanos para o satélite da Terra.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u596323.shtml
Comentário por JOSAFÁ BATISTA PINTO— Janeiro 18, 2012 #
O poder dos telescópios e os objetos deixados na superfície Lunar
Algumas vezes somos questionados sobre qual seria o melhor tipo telescópio para que seja possível ver a bandeira ou o carro deixados pelos astronautas na Lua na década de 1970. Outras vezes a pergunta recai sobre o motivo pelo qual, mesmo existindo tantos telescópios na Terra, essas mesmas fotos não são publicadas. Apesar de parecerem ingênuas à primeira vista, as perguntas são bastante interessantes e mostram como um pouquinho de conhecimento pode explicar muita coisa.
Antes de entrar em detalhes, é necessário informar que as fotos dos objetos deixados na Lua não são publicadas simplesmente porque elas não existem. E o motivo é bem simples: não existe nenhum telescópio capaz de enxergar objetos tão pequenos a uma distância tão grande. Nem o telescópio Hubble é capaz desse feito!
Para explicar o motivo que faz essa observação ser praticamente impossível é necessário conhecer dois conceitos importantes: o tamanho angular da Lua e dos objetos no céu e o poder de resolução de um telescópio. Vamos começar pelo primeiro.
Medida Angular
Em astronomia a abóbada celeste é divida em um arco de 360 partes ou graus. Cada um dos 360 graus desse arco é divido em outras 60 partes ou minutos. Assim, o arco da abóbada tem ao todo 21600 minutos. Cada minuto desse arco também é dividido em 60 partes ou segundos, tornando a abóbada um arco composto de 1296000 segundos.
Cada um dos minutos desse arco é chamado de arco-minuto ou minuto de arco enquanto cada segundo é chamado de arco-segundo ou segundo de arco. Qualquer uma dessas denominações estão corretas e podem ser empregadas sem confusões.
Tamanho da Lua
É na abóbada imaginária que estão dispostos todos objetos celestes, os planetas, as estrelas, o Sol e a Lua. Se olharmos a Lua veremos que ela ocupa aproximadamente meio grau (30 minutos) no arco dessa abóbada, ou seja, 1800 arco-segundos.
Como sabemos, a Lua tem um diâmetro de 3474 km e é praticamente esse disco que enxergamos aqui da Terra. Se este disco de 3474 km ocupa 1800 segundos, então cada arco-segundo dele equivale a 1.93 quilômetro.
Uma vez compreendido o conceito acima, vamos ao segundo ponto da questão. Se não entendeu, leia novamente!
A Resolução do Telescópio
Todos os instrumentos óticos, inclusive nossos olhos, têm suas limitações e um dos principais fatores que determinam a capacidade de um telescópio é chamado de “Poder de Resolução”. É ele que determina o tamanho do menor objeto que se pode ver através de um telescópio.
Existem diversos métodos para se calcular o poder de resolução de um telescópio e um dos mais usados é o “Critério de Rayleigh”. Para usá-lo basta dividir 139.7 pelo tamanho da objetiva em milímetros. O resultado será o poder de resolução, expresso em arco-segundos.
Como exemplo, um telescópio de 150 milímetros tem um poder de resolução de 0.93 arco-segundos (139.7/150mm), o que significa que objetos menores que isso não poderão ser vistos por este telescópio. Apenas para lembrar, a Lua tem 1800 arco-segundos.
A grosso modo, o poder de resolução de um instrumento é diretamente proporcional ao tamanho da sua abertura. Em outras palavras, quanto maior o diâmetro da objetiva ou espelho, melhor será seu poder de resolução.
Juntando tudo e mais um pouco
Como vimos no início, cada arco-segundo no disco lunar equivale a 1.93 km. Se apontarmos para ela nosso telescópio de 150 milímetros, capaz de “resolver” 0.93 arco-segundo, então o menor objeto que podemos ver com ele na superfície da Lua precisa ter no mínimo 1794 metros. Veja porque:
1 – Poder de Resolução=139.7 “dividido” por 150 mm = 0.93 arco-segundo.
2 – Resolução=1.93 km x 0.93 = 1794 metros
Ou seja, com um telescópio de 150 milímetros não dá pra ver o carro, a bandeira ou a pegada de Armstrong na Lua!
Mais força!
Mas… E se aumentarmos o diâmetro do telescópio. Que tal um caro instrumento de 300 milímetros? Bem, neste caso as coisas melhoram, mas não muito. Vejamos:
1 – Poder de Resolução=139.7 “dividido” por 300 = 0.46 arco-segundo.
2 – Resolução=1.93 x 0.46 = 898 metros
Melhorou bastante mesmo. Com um instrumento de 300 milímetros já dá para ver objetos de 898 metros, mas o carro, a bandeira ou a pegada de Armstrong… Nada feito!
Mais Potência
Vamos poupar esforços e vamos olhar a Lua com o maior telescópio que existe no mundo, o SALT, na África do Sul. Seu espelho tem nada menos que 11 metros de diâmetro, ou seja, 11 mil milímetros. Será que agora dá para ver os apetrechos lunares? Vamos ver:
1 -Poder de Resolução=139.7 “dividido” por 11000 = 0.0127 arco-segundo.
2 – Resolução=1.93 km x 0.0127 = 24.51 metros
Nada ainda… Nem com o maior telescópio do mundo é possível ver o carro, a bandeira ou a pegada de Armstrong na Lua!
Concluindo
Como deu pra perceber, não basta ter um telescópio para se ver os equipamentos deixados na Lua. É preciso que esse telescópio tenha um diâmetro muito grande, capaz de “resolver” detalhes muito pequenos. Supondo que o carro deixado na Lua tenha aproximadamente 2.5 metros de comprimento, o telescópio terá que ter aproximadamente 100 metros de diâmetro para que os instrumentos lá deixados sejam visíveis aqui da Terra. Sem dúvida, um instrumento impraticável!
A título de curiosidade, o olho humano médio tem um poder de resolução de 120 arco-segundos. Assim, quando olhamos a Lua o menor detalhe que podemos ver precisa ter no mínimo (1.93 km x 120 seg) 231 quilômetros!
Comentário por JOSAFÁ BATISTA PINTO— Janeiro 18, 2012 #
Pelo menos nestes 2 últimos comentários vc parou de inventar e supor coisas errôneas.
Comentário por JR— Março 16, 2012 #
O homem nunca foi à Lua, senão, já teria ido novamente. Ainda mais hoje, em que a tecnologa está bem mais avançada.Deus jamais permitirá que o homem vá a outros mundos. Isso é bíblico. A Bíblia ainda diz que …” há coisas que não ficou para o homem terreno saber”… E os seres humanos têm que se conformar com isso. Só os que forem salvos, é que saberão dos segredos de Deus. A Bíblia diz que há vários mundos. E eu creio nisso, e estou esperando Deus vir me buscar, para poder gozar de toda a glória de Deus para sempre. De: Rosinha.
Comentário por Rosa Tecla— Fevereiro 21, 2012 #
Concordo quando vc.diz que o homem nunca foi à lua(o cinturão de Van Hallen é um empecilho pra ida de qualquer homem até lá!
Mas,vc.pode me indicar,por favor versículos dA Palavra de Deus onde fala dos vários mundos?
Comentário por tavares— Março 5, 2012 #